quarta-feira, 17 de março de 2010

ADRIANO NUNES: "A apenas um verso"

"A apenas um verso"



Toda madrugada,
Tudo me interessa.
Vida? Talvez essa
Alegria atada

A apenas um verso.
Claro que me entrego
Ao poema. Cego,
Persigo-o, perverso

Que sou. Só agora,
Da felicidade,
Gozo. O sonho aflora

Na folha e me invade.
O sono demora
A vir... Liberdade?





5 comentários:

João A. Quadrado disse...

[verso é universo, é tudo em madrugada, um tudo nada de completa esplanada... construída, nem que seja com uma só letra!]

um imenso abraço, Caro Adriano

Leonardo B.

ADRIANO NUNES disse...

Leonardo,


Que bom que você gostou desse poema! Minhas madrugadas são assim!


Abração,
Adriano Nunes.

Ana Tapadas disse...

És «um filho da madrugada», poeta-médico!
bjs

nydia bonetti disse...

Noites de insônia costumam render belos poemas. Abraço, Adriano. Bom fim de semana!

Sampa City disse...

"Apenas um verso de uma mente brilhante"
saudades..abs