quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Adriano Nunes: "Soneto de Amor VII"

"Soneto de amor VII"



Bem denominado, amado,
Sem o qual tudo é perdido,
Quisera ter-te esquecido.
(Quimera, ter-te a meu lado)

De nada adiantaria
Viver sem (viver-te). Agora,
Vejo o desejo ir embora,
Levando a minha alegria.

Talvez, houvesse outras vidas
Entre esta, escrita, e a pensada,
(Outrora sempre sentidas)

Mas que sorte é só lançada?
Enquanto vingam tais dúvidas,
Amar-te é ter tudo e nada.




8 comentários:

Marcos disse...

Meu amigo,
a poesia é nosso canto de tudo, mesmo nós vivendo num mundo de nada, com flores sendo entregas repletas de espinho em nossas mãos, mesmo que o chão seja repleto de minas terrestres. Encantador soneto.

Grande abraço!!!

Ps: Adriano, aguardo seu comentário seu comentário sobre meu poema com grande ansiedade.

Lou Vilela disse...

Belo e sensível, Adriano! Gostei bastante!

Beijos

Mariana Botelho disse...

belíssimo soneto, Adriano!

Ana Tapadas disse...

A poesia é uma deusa de evasões. Quimera maior.
Gostei.
Beijinho

Nydia Bonetti disse...

Às vezes tenho dúvidas, se há mesmo outras vidas, além destas: a escrita e a sonhada... lindíssimo adriano. beijos.

ADRIANO NUNES disse...

Meus grandes amigos,



Obrigado por palavras tão doces e pelo poema ter tocado vocês!


Adriano Nunes

Anônimo disse...

BELISSIMO SONETO ADRIANO, VENHO AQUI DE VEZ EM QUANDO. DESCOBRI ESTE BLOG NO BLOG DO A. CICERO.
VIREI MAIS. BELO POEMA. ABRAÇO. VINICIUS.

ADRIANO NUNES disse...

Vinícius,


Obrigado pela visita e pelas palavras! Fico muito feliz de saber que vc gostou do soneto.

Grande abraço,
Adriano Nunes.