domingo, 13 de dezembro de 2009

ADRIANO NUNES: "Ante do infinito o pó"

"Ante do infinito o pó"




Entre as ilusões, transito,
Muitas vezes. Vivo o rito
De ser quem só sou, mas só
Fixo n'alma um frouxo nó.

Em outro momento, admito
Ser isso um íntimo mito,
Ante do infinito o pó,
Tal um lance de dominó.

Depois, o sonho me agrada
- Não sei ter outra alegria -
E assim sigo pela estrada

Do nada. Dia após dia,
Frágil, minha efígie brada:
Ter máscaras me entendia!





4 comentários:

betina moraes disse...

todos nós amamos sua poesia, que entre tantas qualidades visíveis ainda traz nas entrelinhas afirmações de sensibilidade e muita generosidade para com o amor!

parabéns pelo seu trabalho,
é sempre muito bom ler o que você (des)escreve.

grande abraço!

Ana Tapadas disse...

Concordo plenamente com Betina!
bj

dyeve disse...

What I found doing surffing on internet..?! smiles.. A wonderful blog ! Well, congratulations! Yo're posts are all interesting. I'm glad that I found this blog! Have a splendid day!

Lindo..Lindo...:)

ADRIANO NUNES disse...

Minhas amadas amigas,


Muito grato pelas palavras! Procuro apenas fazer o melhor para o próprio poema e, por causa disso, termino me entregando todo, principalmente expondo a minha alma!

Grande abraço,
Adriano Nunes.