"codornazinha"
da escrivaninha,
calado, observo-a.
ela não voa
- sequela obtida
d' uma mordida
de gato - a minha
codornazinha
da china, enquanto
me encontro quieto,
esboça um canto
de dor (exceto
por um instante
de esquecimento
d' asa ferida,
caos dissonante,
é que se escuta
um som isento
de algum lamento,
de plena luta,
como se dada
uma risada
fosse) por ela,
outro recanto
descubro em mim,
sina singela,
festivo fim.
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